segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Textos de Psicologia

Pessoal, estou postando os textos AQUI.

Abração!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Criatividade

“Deve-se admitir humildemente que inventar não consiste em criar a partir do nada, mas a partir do caos; os materiais devem ser dados antes: pode-se dar forma à escuridão, às substâncias informes, mas não se pode dar ao ser a própria substância. Em todos os casos de descoberta e invenção, mesmo dos que pertencem à imaginação, devemos sempre lembrar a história de Colombo e o ovo. A invenção consiste na capacidade de apreender as possibilidades de um assunto e no poder de moldar e formar as ideias sugeridas por ele"

Mary Shelley, na introdução de Frankenstein, o Prometeu Moderno.

E então? Criatividade é dar novas configurações à materiais já dados? E aquelas coisas que parecem absurdamente espantosas e inesperadas? Creio que até elas, vistas de perto, trazem uma história capaz de explicá-las.

Skinner explica, sahushuahsuahusha


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ciclo de Destruição

Por vezes procuro o que há de oculto em mim mesma
E logo após canso de procurar e me torno puro ato
Ato finalizado, ele grita por sentido
Eu apenas olho e respondo: "desculpe, ainda não encontrei"


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mais perguntas



Por que na hora que a bravata soa
a coragem foge?
o ímpeto se esgota?

que poder é esse que tem as palavras
de transformar os atos em pó?

Porque tanta falsidade em um corpo só?


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Eu sei, eu acredito, a vida ainda pode ser bela...

Era pra brigar, não era? Pra provocar, “marcar território”. Mas não foi isso que aquela chamada trouxe... Trouxe você, e que surpresa! Quantas coisas em comum. Estudávamos na mesma escola, amávamos os mesmos professores, ríamos das mesmas piadas... Por causa de um ano não nos conhecemos no ensino médio... Mas não faz diferença, pois, enfim, nos esbarramos.
E aos pouquinhos, devagar, foi acontecendo... Messenger, ligações, promessas... Até que um dia, meio de repente, meio de uma vez, meio sem pensar, minha boca encontrou a tua. A primeira vez de outras várias.
E tudo acontecia meio com cara de brincadeira e jogo. Não era muito meu estilo... Mas estava a fim de testar meus limites, ver até que ponto eu chegaria com uma história tão... peculiar.
Sabe, acho que você começa a querer namorar alguém quando você começa a ver possibilidades. Começa a enxergar o futuro, a imaginar situações ao lado de alguém. Quando aquele clima de brincadeira e jogo deixa de ser o suficiente. Quando você olha nos olhos de alguém e sente que vocês juntos conseguem ser muito mais que aquilo.
Foi o que senti. E não posso dizer que não sinto ainda. Sinto, aqui, agora, que podemos ser muito.
Eu quero e sinto que você quer.
Infelizmente, querer não foi o bastante. Existe um mundo anterior ao querer.
Você disse que fez a escolha errada, e vai se arrepender, e quando se arrepender não estarei mais aqui.
O que posso dizer? Se você demorar muito, provavelmente não estarei mesmo....
Ainda resta a maldita esperança que você se arrependa enquanto ainda estou aqui. Mas não cabe mais em minhas mãos e sabemos disso. Está nas suas mãos. Mas quem vai dizer sobre isso é só o tempo, as situações, a vida.
E como te falei, vou tentar não te ligar, não te ver, não te procurar... E peço encarecidamente que me ajude, fazendo o mesmo.
E o pior? As lembranças! Grama ruim e malcuidada, tantas conversas sobre a lua, tantos bons dias e boas noites, essa “coisa de pele” quase incontrolável, tantos cheiros e sabores, filmes, risos, prantos, desejo, intensidade, cores... Foi mesmo só um mês?
Posso dizer, sem medo, nesse momento, que te amo, segundo Eu Mesma.
E espero que no final, não sei como, não sei com quem, sejamos felizes.
E pra variar, esse texto não diz metade do que sinto.
Mas é o que tenho agora.
Até qualquer dia.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Afinal, sobre o amor...

O que é certo sobre amar?
Viver a pura indignidade da paixão?
Ou associá-lo com a razão e destruí-lo?
Afinal o que é certo sobre o amor?
Transformar-se em bicho passivo, levado
Ou proclamar discursos e nomes, em nome de ninguém?
Afinal, é nobre deixar-se levar pelo amor
Ainda que ele te destrua?

Afinal é possível equilíbrio?

Me diga: eu que não estou sabendo ser adulta?