"O conteúdo de um poema é puro esvaziamento"
Tudo que não-sinto em mim agora é puro vazio.
Como é esse paradoxo de uma não-intensidade tão profunda?
Como funciona essa apatia intensa, essa indiferença escandalosa, esses gritos pálidos?
Como se dá essa ausência de qualquer coisa que de tão nada, tanto pesa?
Não aguento mais essa pele morta, esse coração de pulsos tão fracos frente à mais explosiva das intensidades.
Alguém me dê vida por favor.
Pois não estou conseguindo encontrá-la sozinha.
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