segunda-feira, 23 de maio de 2011

Segunda Pessoa

“Caminhava eu, à sombra da lua
Procurando sei lá que recanto
Quando encontrei em meu caminho
Flores cor-de-sangue que em minha frente, começaram a chorar
Perguntei ‘porque vertem as minhas lagrimas?
Devolvam-nas, pois não as tenho mais
Em que noite me assaltaram?’
Soluçando, sem parar,
Permaneceram caladas...
E tudo que pude fazer foi continuar a caminhar
Cheia de mares sem desaguadouro”

Um comentário:

Anônimo disse...

Gostei! Beijos, até em breve! ;D